sexta-feira, 26 de abril de 2013

O bando de vagabundo!

Queridissima sogra, quando foi que pedi sua ajuda para algo?
Foi o que senti vontade de cuspir na cara dela!
Certa tarde infeliz, a naja me aparece enfiando aquele narigão no meu portão.
- "Oh de casa!" - Não consigo descrever a raiva que sinto quando ouço isso.
A naja já chegou me medindo de cima abaixo. Aquele foi um dia atarefado, estava vestida com meu pior traje de faxina (rsrs). Seu olhar de desprezo me disse tudo, aposto que ela pensou: "Passa o dia todo de pijama."
Entrou, já acordando meu bebê que dormia tranquilamente. Pegou meu filho no carrinho e já saiu pela casa bancando a bebezona.
Já que a naja acordou o bebê, me vi no direito de pedir que ela desse uma olhadinha nele para que eu limpasse a sujeira do cachorro. (coisa que estava prestes a fazer antes da visita realmente indesejada dela.)
A naja se vira, me olha com aquela cara de cobra e diz:
- É... você faz tudo sozinha aqui, não é? Mas tem que ser assim mesmo, aqui não tem ninguem com tempo de te ajudar não. Aqui todo mundo trabalha! (Com o 'aqui' a naja quer dizer na casa dela.)
E como se não fosse pouco, completou: "Pelo menos lá na sua mãe ninguem trabalha ai podem ajudar".
Meu sangue ferveu!
De onde essa naja tirou que na minha família só tem desocupado?
É minha familia que vive dando o golpe uns nos outros?

Como eu te odeio, Naja ordinária!


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