terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Invasão de privacidade




Eram nove horas da manhã e eu estava de saída. Tranquei todas as portas e janelas, me despedi do meu amado cãozinho e sai de casa.
Se tivesse imaginado o que iria acontecer...
Meu querido marido foi me buscar e voltamos juntos para casa seis e meia da noite. Ao me aproximar da escada que dava para meu quintal, notei o portão aberto. Troquei um rápido olhar com meu marido e subimos as pressas para casa.
Tomei um baita susto ao ver a janela meio torta e aberta. Corri para abrir a fechadura da porta com as mãos tremulas e a primeira coisa que fiz foi chamar meu cachorro.
Ele apareceu com aquela cara de soninho (rsrs) e eu fiquei mais tranquila. Olhei para a janela e vi uma pegada  de sapato sujo (ai que ódio) no parapeito da janela. Estava em choque, sentindo uma sensação terrível de medo.
Meu ingênuo marido foi até o covil para ver se a cobra mor sabia o que havia acontecido, nesse meio tempo analisei a janela e notei que a fechadura estava quebrada e a janela torta. Havia sido arrombada.
Meu marido subiu com aquela cara de “você vai me matar” e eu já deduzi o que poderia ter acontecido.
Ele me contou que a Naja invadiu nossa casa para pegar uma coisa que ela precisava lá dentro (não posso especificar o que era, mas era algo que ela devia ter pedido antes de roubar!!!). Fiquei furiosa e perguntei o porquê isso era tão urgente assim para que a Anta invadisse nossa casa. A naja respondeu: “Porque você não deixou a porta aberta... tive que arrombar”
Se fosse hoje eu teria aberto um B.O contra essa pessoa ordinária!!!
Ainda sinto raiva quando me lembro disso.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O sequestro das roupas




Nossa desse caso eu dou risada, mas na época era de se chorar.
Lembro que uma tarde terminei de lavar roupa e pendurei. Fui fazer um bolo e enquanto o bolo assava eu tomei banho.
Ouvi meu cachorro latir mas não dei muita bola. (Depois aprendi a levar meu detector de Naja a sério rsrs)
Quando fui tirar o bolo do forno levei um susto. Olhei pela janela da cozinha e as roupas que pendurei haviam desaparecido.
Corri para o quintal e olhei para o varal sem entender nada. Quem poderia ter tirado... (antes mesmo de terminar a pergunta eu já sabia a resposta)
Desci correndo as escadas e me deparei com as minhas roupas recém –lavadas no varal da Naja.
As roupas estavam mal penduradas e sem pregador. Era como se alguém tivesse simplesmente jogado as roupas por cima do varal.
Comecei a tirar as roupas e levei de volta para o meu varal. Pendurei novamente com sangue nos olhos. Já estava cansada dessa palhaçada toda.
Quando terminei de pendurar a Naja apareceu com aquela cara de cavalo no meu portão, já tirando satisfação:
“Porque você tirou as roupas do meu varal? (Será que pelo fato de SEREM MINHAS!!!)  Lá seca mais rápida. Quando lavar pendura lá embaixo.”
Essa Naja intragável já havia consumido todas as minhas energias. Só olhei para ela e disse:
“Não, prefiro pendurar aqui mesmo”.
Ela foi embora resmungando e algo me segurou para que eu não a empurrasse escada abaixo! rsrs

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