segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Tá no inferno? Abraça a sogra!




 Acho que cheguei a declarar aos quatro cantos do mundo minha indignação pelas atitudes da naja. Tanto que um dia minha mãe (testemunha de muitas crueldades da Naja) pediu que eu tentasse me dar bem com ela, que não fazia sentido levar a cabo aquele ódio todo.
Naquela dia me senti até mesmo culpada por pensar mal da Naja. Cheguei em minha casa e chamei a cobra para um bate-papo com bolo de tarde.
A Naja chegou toda sorridente, comecei a conversar com ela sobre o trabalho (que ela vive reclamando que odeia) e dei razão a ela quando ela dizia se sentir injustiçada no serviço.
Acho que deixei a naja tão a vontade que ela começou a olhar em volta com aquela cara de cavalo. Fez uma cara feia (ainda mais feia) e começou a despejar comentários maldosos do tipo: Você deveria contratar uma faxineira. ( a casa havia sofrido uma infiltração e uma parede estava um pouco mofada) Sua casa está suja...
Se levantou e soltou o verbo:
“Vou pedir pra fulana faxineira vir fazer uma limpeza na sua casa”
“Não, eu sei limpar minha casa. Só está mofada a parede mas isso se resolve pintando”
“Não adianta só passar um paninho, tem que fazer faxina!”
Nessa hora eu esqueci a historia de ser boa samaritana e fazer as pazes, fechei a cara mesmo!
Como aquela naja ousava falar assim comigo depois do que ela fez? (Ver caso: Pegadas de uma Naja e Comida?!)
E ainda quando foi embora veio me dar um abraço e um beijinho.
Tá no inferno? Abraça a sogra! rsrs

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